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O CESAR acaba de lançar um índice para avaliar a preparação de empresas dos mais diversos setores econômicos para a era digital. A ideia surgiu a partir da percepção de que muitos executivos ainda desconhecem o nível de maturidade digital de suas organizações. O indicador é composto de oito eixos: Pessoas e Cultura, Consumidores, Concorrência, Inovação, Processos, Modelos de Negócio, Dados e Tecnologias Habilitadoras.
 
Dentre estes pilares norteadores da transformação digital, para o centro de Inovação um dos mais desafiadores é o de Cultura e Pessoas. “A empresa pode ter a melhor tecnologia, mas isso só irá gerar a otimização. Para fazer a transformação digital é preciso pensar e agir de forma diferente. Hoje o mercado exige a entrega de uma experiência do consumidor muito mais engajadora com modelos de negócios que anteriormente não eram possíveis”, diz o Chief Design Officer do CESAR, Eduardo Peixoto.
 
Qualquer pessoa pode realizar o diagnóstico de sua organização, bastando preencher o questionário disponível em http://transformacao.cesar.org.br.  Ao final, o respondente recebe uma análise com insights importantes para iniciar o processo de transformação na sua empresa.
 
Transformação digital e seus impactos
 
A onda crescente da transformação digital acelera a obsolescência dos modelos de negócio tradicionais, enquanto cria outros muitos mais maleáveis e fluidos. Os exemplos mais conhecidos são o Uber e o Airbnb, que revolucionaram o transporte de passageiros e o mercado de hospedagens, respectivamente. Numa pesquisa global com gerente e executivos realizada em 2015 pela Sloan Management Review do MIT e a consultoria Deloitte mostrou-se que quase 90% dos entrevistados anteciparam que seus setores serão impactados pelas tendências digitais de forma grande ou moderada, mas apenas 44% admitiram que suas organizações estavam se preparando adequadamente para as mudanças em curso.
 
O maior desafio operacional e cultural que as organizações encontram na transformação digital é encontrar, treinar e reter os talentos certos. “As empresas consolidadas e maduras em geral não estão aptas a fazer a transformação digital, que vai desde o conhecimento e entendimento do conceito a ter pessoas capazes de trabalhar nesta frente. Além disso, como disse Marc Andreeessen, ‘software is eating the world’ – o software está devorando o mundo. Na era digital a competição é baseada em algoritmos, e quem não estiver preparado fica de fora”, conclui Peixoto.
 
 
Conectar a academia e o mercado
 
O CESAR nasceu há 22 anos quando 18 professores do Departamento de Tecnologia da Informação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) se propuseram criar um mercado para profissionais da área de TI e, assim, conter a fuga de cérebros que era a regra nos anos 1990.
 
Foi concebido como uma organização privada sem fins lucrativos dedicada a possibilitar o desenvolvimento e o aprendizado contínuo dos profissionais, ao mesmo tempo em que realiza sua missão de transformar as vidas de pessoas e organizações.
 
Mantendo esse princípio de identificar no mercado oportunidades de criar negócios inovadores, sejam projetos, produtos, metodologias de ensino ou empresas, o CESAR conta hoje com cerca de 600 colaboradores no Recife, em Manaus (AM), Sorocaba (SP), Curitiba (PR), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).
 
O Centro apresentou um crescimento de cerca de 20%, em 2018, com um volume de vendas de mais de 100 milhões de reais e aumentou de 68 para 86 o número de clientes atendidos, entre os quais se incluem Fiat Chrysler, Motorola, Fundação Telefônica – Vivo, Fundação Oi Futuro, Fundação Banco do Brasil, LG, Raízen, Porto Seguro, Samsung, HP, Unilever e Neoenergia, entre outras. Mais informações em www.cesar.org.br.

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