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MTech Portugal 2017: uma missão com propósito de continuidade

10/08/2017

Está pensando em internacionalização ou em identificar parceiros estratégicos?  A missão brasileira MTech Portugal 2017, que conta com o apoio institucional da ABES, tem como propósito proporcionar mais conhecimento, aproximação e parcerias com o mercado de TIC e de pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&D+I) neste país europeu. Para isso, entretanto, a condução do projeto é feita a partir do diálogo com os empresários brasileiros que vão integrar a missão comercial, que podem indicar os setores e perfis de negócios que mais interessam avaliar.  Além disso, os organizadores darão suporte para a continuidade das negociações das alianças comerciais e dos acordos de cooperação tecnológica, após a viagem.  
  
“A Digital Trees, organizadora da missão, desenvolveu uma agenda que permitirá atender a cada integrante da delegação, buscando preencher todas as demandas, por meio de atividades diversas, segmentadas e regionais”, explica Gustavo Miguelez, Diretor Américas da empresa.
 
“Estamos com um projeto diferente, acolhendo e conhecendo ainda no Brasil as expectativas dos empresários brasileiros, por meio de um briefing que solicitamos de cada um, assim como estamos mapeando os interesses das empresas portuguesas, com o apoio dos nossos parceiros locais”, explica Virgínia Costa Duarte, da TIC em Foco, empresa de consultoria na área de tecnologia, soluções em IoT e inteligência de negócios, parceria e co-realizadora da missão. 
 
As etapas da viagem
 
As atividades da MTech Portugal 2017 ocorrerão em 2 etapas. A primeira, entre os dias 05 a 08 de novembro (veja programação), com foco em matchmaking, Inteligência, Informações & Networking, acontecerá paralelamente ao Websummit 2017 em Lisboa, com um perfil mais corporativo. A 2ª etapa, de 10 a 18 de novembro (veja programação), será uma caravana tecnológica pelas cidades de Coimbra, Porto e Ílhavo, regiões de Portugal intensas em tecnologia, com o objetivo de desenvolver acordos de cooperação técnica e negócios, contando com um perfil mais acadêmico e institucional, com seleção prévia dos integrantes.
 
“Portugal se mostra como um mercado atraente, seja pela relação custo-benefício do país comparativamente a outras nações europeias, como também pela qualidade de sua força de trabalho, posição geográfica, idioma e iniciativas de modernização e transformação digital em andamento”, esclareceu Virgínia.
 
A missão tem o apoio da Aicep Portugal Global, E.P.E., Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, uma entidade pública focada em apoiar e estimular oportunidades de negócios nos mercados interno e externo, entre outras entidades governamentais portuguesas. 
 
“A MTech não tem como objetivo apenas o networking. Visamos a construção de relações de negócios duradouras e a oferta de um pacote de serviços, como assessoramento jurídico, que ajudarão a viabilizar os negócios a médio e longo prazos”, completa Mônica Oliveira, da H&M Consultoria Tecnológica, que também é parceria e co-realizadora da MTec.
 
Os associados da ABES terão 20% de desconto na taxa de participação (promoção por tempo limitado). Os interessados devem encaminhar mensagem para Carlos Sacco, diretor de marketing da entidade: carlos.sacco@abes.org.br, que enviará a lista consolidada para a organizadora, que dará encaminhamento à manifestação. Consulte o termo de adesão à missão.
 
Sobre o mercado de TIC em Portugal
 
Em 2016, Portugal registrou a abertura de 114 empresas por dia e 35.000 startups registradas apenas em 2015. Considerado entre os melhores países para negócios em 2017, de acordo com ranking da FORBES. O ecossistema de startups tem crescido em uma média 2 vezes superior à média europeia. Até 2020, o investimento em TIC no país vai aumentar a um ritmo de 4,8% ao ano, anunciou a IDC. As fatias destinadas às tecnologias da terceira plataforma e nos chamados “aceleradores de inovação”, vão somar mais de metade do mercado. Estratificando os dados, o IDC assinala que “em 2020, a terceira plataforma e os aceleradores de inovação vão representar 52% da despesa em TIC em Portugal”.
 
No mercado português, atualmente, cerca de 52% do orçamento das médias e grandes organizações têm como destino as TIC tradicionais. Perto 26% está direcionado para o outsourcing e pouco mais de 20% é dirigido para a cloud, privada ou em modelo de hosting. Entretanto, relativamente à perspectiva de distribuição do orçamento para 2020, registra-se um decréscimo na relevância do TIC tradicional e do outsourcing e um crescimento da cloud, quer pública (de 5% para 11%), quer privada, sendo que, em 2020, 43% do orçamento empresarial nacional será centrado em plataformas cloud (públicas e privadas), segundo o IDC Portugal.